Introdução do GNL

O GNL (Gás Natural Liquefeito) é amplamente utilizado em países avançados com foco na proteção ambiental. Além de ser usado como combustível para usinas de energia, fábricas e residências, o metano contido nele pode ser utilizado como matéria-prima química, como fertilizante, solvente para metanol e ácido acético sintético. Ademais, o etano e o propano presentes no gás natural podem ser decompostos para produzir etileno e propileno, importantes matérias-primas para produtos plásticos.

Além disso, durante a transformação do GNL de temperatura ultrabaixa em gás à temperatura normal sob pressão atmosférica, ele pode fornecer uma grande quantidade de energia fria, que também pode ser usada para seis finalidades de baixa temperatura: separação do ar para produzir oxigênio líquido e nitrogênio líquido, liquefação de dióxido de carbono e gelo seco, geração de eletricidade usando energia fria, fabricação de alimentos congelados ou uso em armazéns frigoríficos, tratamento de resíduos industriais, como limalha de ferro, borracha e plástico, etc., e dessalinização da água do mar.

Diante da crescente poluição ambiental, e visando otimizar a estrutura de consumo de energia, melhorar o ambiente atmosférico e concretizar a estratégia de desenvolvimento econômico sustentável, o gás natural se tornou uma opção viável como fonte de energia e combustível limpo, eficiente e de alta qualidade. Atualmente, tanto a indústria quanto o uso residencial dependem cada vez mais do gás natural. O gás natural liquefeito (GNL) é a forma líquida do gás natural. Em alguns casos, o GNL apresenta mais vantagens do que o gás natural gasoso. A aplicação do GNL é, na verdade, a mesma do gás natural, porém, devido às suas características, o GNL possui usos mais abrangentes.


Data da publicação: 14 de maio de 2021